As importações do Panga no Brasil iniciaram-se em 2009, com aceitação do mercado consumidor devido as suas características desejáveis; alem de excelente relação custo/benefício ao produtor. Apesar da aceitação e do cenário favorável, a espécie passou a ser vítima de boatos virtuais ou “hoax”.    


         Falsas informações tais como: produzido em águas poluídas ou contaminadas; cadeia produtiva com mão de obra infantil, práticas contrárias ao bem-estar animal, e que o peixe seria impróprio para o consumo, passaram a circular pelas redes sociais, sem contudo, conseguir afetar significativamente a venda e o consumo deste peixe.    


          Em 2014, dados da Associação Vietnamita de Exportadores e Produtores de Pescado (VASEP) demonstraram que o Brasil é um dos principais importadores de Pangasius, apresentando maior crescimento percentual.    


        Em 2016, o Panga passa a figurar entre as espécies exóticas liberadas para produção com regulamentação no estado de São Paulo. Diante deste cenário, piscicultores de Araras-SP, em parceria com o Grupo de Estágios e Pesquisas em Monogástricos (GEPeM) da UFSCar-Araras e Colpani Piscicultura;  fundaram a Associação Brasileira dos Criadores de Pangasius – PANGA BR, com o objetivo de organizar, fortalecer a cadeia produtiva e desenvolver um pacote tecnológico para a criação desta espécie no Brasil.
 

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